Autor: Raimundo Junior
O Amor e o carrinho-rolimã
Á Primeira vez que eu te vi, minhas pernas ficaram bambas e eu pinicava todo e não, não era de alergia de esta perto de você e sim de uma mistura de sentimentos e timidez de um menino diante de uma menina linda que me pedia para andar no me carrinho que não era lá meu mais andar comigo no meu carrinho Rolimã foi magico aquele momento eu queria que aquele momento nunca passa-se pois naquele momento foi único, descendo aquela ladeira com você foi um sentimento que começou a nascer viver não poderia ter vivido pois eramos dois adolescentes.
Reprodução da internet
Naquela rua de terra, mas lisa de tantas vezes descermos com o carrinho de rolemã eu queria ter ficado dias meses e anos próximo de você mais nossos caminhos seguiram caminhos diferentes e ao decorrer de longos vintes e três anos nunca mais tinha visto você mais sempre procurei.Será que eramos para ser encontrados na época que te enviei um convite em uma rede social tinha a esperança que se lembras-se de mim como eu me lembrei de você.
Tudo parecia um sonho de um adolescente, que cresceu e se tornou homem e com os dias ainda imaturo
Lembro-se de um de um olhar e fixando na lembranças de um rosto liso de uma adolescente com um sorriso. Passou se um ao e a sua resposta veio finalmente se lembrou de mim! fixo querendo uma resposta convencem se realmente havia se lembrado .
Levaria tempo para esquecer seu sorriso que tinha contagiado minha mente, mais as coisas não são como imaginamos não é verdade o amor tinha chegado no meu coração e não poderia eu vive-lo
O tempo que passou para você tirou o sentimento da menina inocente e faz se torna a mulher que amadureceu com o sofrimento ao longo dos anos, mais o tempo não tirou o olhar penetrante que você tem de observa ha como eu gostaria que você e eu desejei que o tempo chegasse para mim e para você de namorar e poder casar com você só que hoje vi que o que sinto deixarei no passado onde as boas lembranças faz com que os sonhos seja sempre bons.
Hoje quero dizer que o amor não morre ele apenas adormece mesmo com as as lembranças de um carrinho de rolimã.




